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	<title>Blog Cyro del Nero</title>
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		<title>A história dos objetos na cenografia</title>
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		<pubDate>Tue, 14 Apr 2009 20:14:28 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Cyro Del Nero</dc:creator>
				<category><![CDATA[Teatro]]></category>
		<category><![CDATA[Cenografia]]></category>
		<category><![CDATA[História da Cenografia]]></category>
		<category><![CDATA[História do Teatro]]></category>

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		<description><![CDATA[
Os objetos de cena sempre foram definidos pelo diretor em união com o trabalho do cenógrafo que então vai definir volumes e cores e, sobretudo locais onde estes deveriam estar.
Foi Antoine no século XIX quem recusou objetos pintados e truques ilusionistas exigindo objetos reais, materiais trazendo sinais de sua existência anterior, de um passado reconhecível [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignnone size-full wp-image-213" title="vic_27-cenografia" src="http://www.verbalog.com/cyro/wp-content/uploads/2009/04/vic_27-cenografia.jpg" alt="vic_27-cenografia" width="488" height="323" /></p>
<p>Os objetos de cena sempre foram definidos pelo diretor em união com o trabalho do cenógrafo que então vai definir volumes e cores e, sobretudo locais onde estes deveriam estar.</p>
<p>Foi <a href="http://books.google.com.br/books?id=hGmkjjVmuKEC&amp;pg=PA77&amp;lpg=PA77&amp;dq=Antoine++XIX+cenografia+teatro&amp;source=bl&amp;ots=9khRohn8Zh&amp;sig=PGxMB5ajMOBdYr8hg_GPHuS8crQ&amp;hl=pt-BR&amp;ei=c-nkSeyjOt7Htgef5pTtDA&amp;sa=X&amp;oi=book_result&amp;ct=result&amp;resnum=1" target="_blank">Antoine</a> no século XIX quem recusou objetos pintados e truques ilusionistas exigindo objetos reais, materiais trazendo sinais de sua existência anterior, de um passado reconhecível e táctil.</p>
<p>Efeitos sim, mas verdadeiros. Antoine nos revelou a teatralidade do real. Entretanto em grandes escalas isso não é possível. Por exemplo, as ondas fictícias do rio Reno em encenação de Bayreuth sob a direção e a cenografia de Wieland Wagner. Foi a luz que fez o rio mover-se. Nem uma gota do próprio entrou no palco, naturalmente.</p>
<p><img class="size-full wp-image-211 alignleft" title="hes-talking-production-photos-0551-cenario" src="http://www.verbalog.com/cyro/wp-content/uploads/2009/04/hes-talking-production-photos-0551-cenario.jpg" alt="hes-talking-production-photos-0551-cenario" width="213" height="319" /><img class="size-full wp-image-209 alignnone" title="cenario" src="http://www.verbalog.com/cyro/wp-content/uploads/2009/04/cenario.jpg" alt="cenario" width="253" height="319" /><br />
Mas Antoine foi mais longe. Colocou carne crua pendurada no palco no espetáculo Os Açougueiros em 1888. Um pouco ingênuo disseram. No espetáculo moderno que foi A Casa de Chá do Luar de Agosto havia uma rubrica solicitando um Jeep no palco. Mas o compromisso dessa teatralidade do real é muito grande.</p>
<p>Muitas vezes é disfarçada a falta de importância do objeto de cena pintando-o apenas. Se você o pintar ele não sairá da parede. Mas se você coloca na parede de um cenário uma vistosa e real espingarda, é necessário que um ator dê um tiro no segundo ato.</p>
<p><img class="alignnone size-full wp-image-212" title="oidipous-mikro-cenario" src="http://www.verbalog.com/cyro/wp-content/uploads/2009/04/oidipous-mikro-cenario.jpg" alt="oidipous-mikro-cenario" width="350" height="262" /></p>
<p>Por Cyro del Nero</p>
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		<title>O Teatro como o exercício da existência</title>
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		<pubDate>Mon, 24 Nov 2008 15:41:50 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Cyro Del Nero</dc:creator>
				<category><![CDATA[Teatro]]></category>
		<category><![CDATA[Atuação]]></category>
		<category><![CDATA[Personagens]]></category>
		<category><![CDATA[platéia]]></category>
		<category><![CDATA[representação]]></category>

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		<description><![CDATA[
O teatro é feito de uma pessoa que representa uma segunda pessoa que é olhada da platéia por uma terceira pessoa: essas três pessoas são: o ator, a personagem e o público.
O ator tem a capacidade de imaginar como essa terceira pessoa na platéia, o público, reagiria enquanto ele representasse. Para tanto ele projeta mentalmente [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.verbalog.com/cyro/wp-content/uploads/2008/11/hi-res.jpg"><img class="alignnone size-full wp-image-204" title="hi-res" src="http://www.verbalog.com/cyro/wp-content/uploads/2008/11/hi-res.jpg" alt="" width="500" height="353" /></a></p>
<p>O teatro é feito de uma pessoa que representa uma segunda pessoa que é olhada da platéia por uma terceira pessoa: essas três pessoas são: o ator, a personagem e o público.</p>
<p>O ator tem a capacidade de imaginar como essa terceira pessoa na platéia, o público, reagiria enquanto ele representasse. Para tanto ele projeta mentalmente sua personagem e com ela, a si mesmo.</p>
<p>Essas introjeções e projeções simultâneas nos lembram Thomas Mann dizendo que existe uma afinidade natural entre arte e a patologia. O próprio Salvador Dali dizia que ele e um louco eram iguais, com a diferença de que ele não era louco.</p>
<p><span id="more-201"></span>Uma das armas do ator, a primeira antes do espetáculo, é o espelho que permite que o ator e sua personagem vejam a imagem que será vista pelo público. Diante de um espelho ele sabe o efeito que causará. É um jogo profundamente humano e nós estamos sempre assim diante do espelho examinando que efeito nossa persona causará aos outros.</p>
<p>Representamos nos vestindo, nos penteando, nos maquiando, sorrindo e falando para o espelho e depois saímos à rua para o público do grande teatro do mundo. O teatro além de ser uma explicação das relações é também o exercício da existência.</p>
<p><a href="http://www.verbalog.com/cyro/wp-content/uploads/2008/11/midoris-ophaboom-picture.jpg"><img class="alignnone size-full wp-image-203" title="midoris-ophaboom-picture" src="http://www.verbalog.com/cyro/wp-content/uploads/2008/11/midoris-ophaboom-picture.jpg" alt="" width="400" height="284" /></a></p>
<p>Por Cyro del Nero</p>
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		<title>Curso de História da Cenografia com Cyro del Nero</title>
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		<pubDate>Fri, 21 Nov 2008 18:06:39 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Cyro Del Nero</dc:creator>
				<category><![CDATA[Cursos]]></category>
		<category><![CDATA[História da Cenografia]]></category>

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		<description><![CDATA[
O professor titular do Departamento de Artes Cênicas da USP, Cyro del Nero, abre, semanalmente, cursos com aulas de estudos cenográficos para 10 alunos.
Será disponibilizado material para confecção de maquetes gratuitamente.
As aulas vão abordar a História da Cenografia, revisitando a atmosfera teatral, televisiva e eventos.
Terá início em 8 de janeiro de 2009, com 12 aulas [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.verbalog.com/cyro/wp-content/uploads/2008/11/cenografia_2.jpg"><img class="alignnone size-full wp-image-199" title="cenografia_2" src="http://www.verbalog.com/cyro/wp-content/uploads/2008/11/cenografia_2.jpg" alt="" width="498" height="363" /></a></p>
<p>O professor titular do Departamento de Artes Cênicas da USP, Cyro del Nero, abre, semanalmente, cursos com aulas de estudos cenográficos para 10 alunos.</p>
<p>Será disponibilizado material para confecção de maquetes gratuitamente.</p>
<p>As aulas vão abordar a História da Cenografia, revisitando a atmosfera teatral, televisiva e eventos.</p>
<p>Terá início em 8 de janeiro de 2009, com 12 aulas semanais. Nessas aulas serão estudas análises de tema, estudo de projeto, realização de projeto, confecção de maquetes e análise de resultados.</p>
<p>Informações com Mariana através do telefone 11 3726-5704</p>
<p><span id="more-196"></span></p>
<p><a href="http://www.verbalog.com/cyro/wp-content/uploads/2008/11/ceno.jpg"><img class="alignnone size-full wp-image-197" title="ceno" src="http://www.verbalog.com/cyro/wp-content/uploads/2008/11/ceno.jpg" alt="" width="500" height="1313" /></a></p>
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		<title>O rito das celebrações no universo teatral</title>
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		<pubDate>Fri, 14 Nov 2008 15:21:45 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Cyro Del Nero</dc:creator>
				<category><![CDATA[Teatro]]></category>
		<category><![CDATA[Arte e Cultura]]></category>
		<category><![CDATA[Dramaturgia]]></category>
		<category><![CDATA[História do Teatro]]></category>
		<category><![CDATA[Reflexões sobre o teatro]]></category>
		<category><![CDATA[Teatralidade]]></category>

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		<description><![CDATA[
Rito pagão &#8211; Magick Circle / Sir Waterhouse
A duração da existência foi sempre dividida entre ritos e celebrações. Por exemplo, os ritos que exorcizam a morte, esse acontecimento indesejado, mas compreendido como início de uma nova existência. Ou as quatro estações que são recebidas com rituais de Primavera – nascimento e floração, Verão &#8211; alegria, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.verbalog.com/cyro/wp-content/uploads/2008/11/waterhouse-magic-circle.jpg"><img class="alignnone size-full wp-image-194" title="waterhouse-magic-circle" src="http://www.verbalog.com/cyro/wp-content/uploads/2008/11/waterhouse-magic-circle.jpg" alt="" width="339" height="500" /></a></p>
<p><em>Rito pagão &#8211; Magick Circle / Sir Waterhouse</em></p>
<p>A duração da existência foi sempre dividida entre ritos e celebrações. Por exemplo, os ritos que exorcizam a morte, esse acontecimento indesejado, mas compreendido como início de uma nova existência. Ou as quatro estações que são recebidas com rituais de Primavera – nascimento e floração, Verão &#8211; alegria, Outono &#8211; crepúsculo e Inverno &#8211; morte.</p>
<p>Celebrações são criadas pelo homem e há sempre aquela da espera da volta do sol após o Inverno. Em cima da festa pagã milenar do solstício, comemorando a volta do sol no hemisfério norte, em dezembro, a Igreja cristã colocou a celebração do nascimento de Jesus Cristo, substituindo a festa pagã que já existia nessa data.</p>
<p><span id="more-192"></span></p>
<p>O ciclo de vida, paixão e morte de Jesus Cristo, resultou na missa católica, sem que hoje nos lembremos de seus primitivos e totêmicos símbolos. Estando eles comendo, tomou Jesus o pão e, tendo dado graças, partiu-o e deu aos seus discípulos, dizendo: Tomai e comei! Este é o meu corpo. Tomando o cálice, rendeu graças e o ofereceu dizendo: Bebei dele todos porque este é o meu sangue.</p>
<p>As celebrações teriam gerado as origens do teatro? O teatro deu forma às celebrações?</p>
<p>Quando o homem teve que explicar o mistério da vida, inventou o teatro como única linguagem decifradora.</p>
<p>Por Cyro del Nero</p>
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		<title>A arte da anulação da incredibilidade no Teatro</title>
		<link>http://www.verbalog.com/cyro/teatro/a-arte-da-anulacao-da-incredibilidade-no-teatro/</link>
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		<pubDate>Wed, 12 Nov 2008 14:55:51 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Cyro Del Nero</dc:creator>
				<category><![CDATA[Teatro]]></category>
		<category><![CDATA[Arte]]></category>
		<category><![CDATA[Arte Cênica]]></category>
		<category><![CDATA[Atuação]]></category>
		<category><![CDATA[Dramaturgia]]></category>

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		<description><![CDATA[
Após um nascimento obscuro ou mágico, o jovem desaparece durante seu aprendizado entrando na floresta ou no deserto e em algum momento de sua formação, o xamã vive uma experiência estranha e mórbida ou outra experiência única e volta para devolver a energia ganha através das tentações suplantadas, da contemplação ou da autoflagelação. Tendo ganhado [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.verbalog.com/cyro/wp-content/uploads/2008/11/9-mystic.jpg"><img class="alignnone size-full wp-image-187" title="9-mystic" src="http://www.verbalog.com/cyro/wp-content/uploads/2008/11/9-mystic.jpg" alt="" width="500" height="250" /></a></p>
<p>Após um nascimento obscuro ou mágico, o jovem desaparece durante seu aprendizado entrando na floresta ou no deserto e em algum momento de sua formação, o xamã vive uma experiência estranha e mórbida ou outra experiência única e volta para devolver a energia ganha através das tentações suplantadas, da contemplação ou da autoflagelação. Tendo ganhado o poder da cura ele organiza um corpo de acólitos.</p>
<p>De alguma maneira ele reconheceu os signos naturais e os dominou e demonstra isso sempre de maneira dramática para impressionar aqueles que ele formou para ele: seu público, seus pacientes, seus crentes, seus fiéis.</p>
<p><span id="more-186"></span></p>
<p>Surgem com o xamã, duas substâncias essenciais também para o Teatro: tomar a palavra e suspender a incredulidade. Em um mundo incrédulo a qualidade de um espetáculo teatral também é medida porque toma a palavra necessária naquele momento e naquela sociedade. E o que determina o bom espetáculo é o fato de que ele suspende a incredulidade.</p>
<p>Por Cyro del Nero</p>
]]></content:encoded>
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		<item>
		<title>O espirito &#8220;xamânico&#8221; no teatro</title>
		<link>http://www.verbalog.com/cyro/teatro/o-espirito-xamanico-no-teatro/</link>
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		<pubDate>Fri, 07 Nov 2008 15:20:58 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Cyro Del Nero</dc:creator>
				<category><![CDATA[Teatro]]></category>
		<category><![CDATA[Arte e Cultura]]></category>
		<category><![CDATA[Dramaturgia]]></category>
		<category><![CDATA[Espetáculo Teatral]]></category>
		<category><![CDATA[História do Teatro]]></category>
		<category><![CDATA[Peça Teatral]]></category>

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		<description><![CDATA[
O xamã faz um espetáculo no qual cura os doentes, bate nas rochas e elas vertem água; ordena às nuvens que chova; come fogo e pisa brasas; atravessa o próprio corpo com agulhas e farpas; encanta serpentes; levita; sobe por cordas suspensas no ar; conhece Hipnose, Ilusionismo, Faquirismo, Ventriloquia e também Prestidigitação &#8211; tem dedos [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.verbalog.com/cyro/wp-content/uploads/2008/11/jesus_indian.jpg"><img class="alignnone size-full wp-image-182" title="jesus_indian" src="http://www.verbalog.com/cyro/wp-content/uploads/2008/11/jesus_indian.jpg" alt="" width="389" height="500" /></a></p>
<p>O xamã faz um espetáculo no qual cura os doentes, bate nas rochas e elas vertem água; ordena às nuvens que chova; come fogo e pisa brasas; atravessa o próprio corpo com agulhas e farpas; encanta serpentes; levita; sobe por cordas suspensas no ar; conhece Hipnose, Ilusionismo, Faquirismo, Ventriloquia e também Prestidigitação &#8211; tem dedos rápidos.</p>
<p>A experiência xamânica e sua trajetória são universais. Ele antevê o espetáculo teatral.  O primeiro sinal de sua existência especial é seu nascimento sempre marcado por um fenômeno único: nascido de mãe virgem, como o grande xamã do Cristianismo, é concebido por obra do Espírito, por exemplo.</p>
<p>E é o dramaturgo católico Paul Claudel na sua peça teatral <strong>ANÚNCIO FEITO A MARIA</strong> quem decifra o mistério do milagre da concepção pelo Espírito Santo.</p>
<p>Ele aponta o que há de natural no que chamamos milagre da santa concepção, e diz: &#8211; Esse milagre acontece todos os dias. O sol não atravessa o vidro sem quebrá-lo?</p>
<p>Por Cyro Del Nero</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Evolução Teatral: dos mosteiros alemãos e conquistas territoriais ao futuro renascentista da Mandrágora de Maquiavel</title>
		<link>http://www.verbalog.com/cyro/teatro/evolucao-teatral-dos-mosteiros-alemaos-e-conquistas-territoriais-ao-futuro-renascentista-da-mandragora-d-maquiavel/</link>
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		<pubDate>Wed, 05 Nov 2008 16:32:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Cyro Del Nero</dc:creator>
				<category><![CDATA[Teatro]]></category>
		<category><![CDATA[História da Antiguidade]]></category>
		<category><![CDATA[História da Arte]]></category>
		<category><![CDATA[História do Teatro]]></category>

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		<description><![CDATA[
No momento da construção do primeiro mosteiro, os primeiros santos estavam sendo canonizados e uma solitária e culta monja alemã – Hroswitha de Gandersheim &#8211; escrevia uma peça teatral litúrgica e reinventava a dramaturgia a partir de Sêneca*.
Enquanto isso, a ordem beneditina encenava pelas ruas da Europa católica o Drama do Cristo Rei. As farsas [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.verbalog.com/cyro/wp-content/uploads/2008/11/tacuinumsanitatis_mandragora.jpg"><img class="alignnone size-full wp-image-174" title="tacuinumsanitatis_mandragora" src="http://www.verbalog.com/cyro/wp-content/uploads/2008/11/tacuinumsanitatis_mandragora.jpg" alt="" width="372" height="411" /></a></p>
<p>No momento da construção do primeiro mosteiro, os primeiros santos estavam sendo canonizados e uma solitária e culta monja alemã – Hroswitha de Gandersheim &#8211; escrevia uma peça teatral litúrgica e reinventava a dramaturgia a partir de Sêneca*.</p>
<p>Enquanto isso, a ordem beneditina encenava pelas ruas da Europa católica o Drama do Cristo Rei. As farsas teatrais haviam surgido na virada do século X e Constantinopla era ainda a cidade mais importante do mundo, comercialmente e culturalmente, na qual eram conservadas duas culturas para o futuro, a grega e a romana, até que a capital do Bizâncio em uma terça feira chamada terça-feira negra em 29 de Maio de 1453 é tomada pelos Otomanos.</p>
<p>São fundadas na época as universidades de Córdoba e do Cairo e é iniciada a construção da Catedral de São Marcos, em Veneza, para onde são levados os cavalos do Hipódromo de Constantinopla.</p>
<p>Começa a ser concebido um sistema de notação musical que será desenvolvido por Guido D’Arezzo e no final desse século se verá o aperfeiçoamento da pólvora pelos chineses. E o teatro renasce, atravessa as ruas e os currais da idade média e será iluminado por um futuro próximo, renascentista. Chegarão os dias quando se ouvirão os versos da Mandrágora de Maquiavel.</p>
<p>*<em>Lúcio Aneu Séneca (português europeu) ou Sêneca (português brasileiro) (em latim: Lucius Annaeus Seneca; Corduba, Hispânia, 4 a.C. — Roma, 65 d.C.) foi um dos mais célebres escritores e intelectuais do Império Romano. Conhecido também como Séneca (ou Sêneca), o Moço, o Filósofo, ou ainda, o Jovem, sua obra literária e filosófica, tida como modelo do pensador estóico durante o Renascimento, inspirou o desenvolvimento da tragédia na dramaturgia européia renascentista</em>.</p>
<p>Saiba mais sobre o escritor no <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/S%C3%A9neca" target="_blank">Wikipédia</a>.</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Máscaras: as relíquias do teatro grego</title>
		<link>http://www.verbalog.com/cyro/teatro/mascaras-as-reliquias-do-teatro-grego/</link>
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		<pubDate>Mon, 27 Oct 2008 15:24:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Cyro Del Nero</dc:creator>
				<category><![CDATA[Teatro]]></category>
		<category><![CDATA[Grécia]]></category>
		<category><![CDATA[História do Teatro]]></category>
		<category><![CDATA[Reflexões sobre o teatro]]></category>

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		<description><![CDATA[
O carro de Thespis, cheio de máscaras, é uma convenção lendária confirmada pela existência de mármores atenienses onde se lê seu nome.  E há notícia de que nas suas primeiras apresentações dos concursos dramáticos, onde compunha e cantava ditirambos, ele disfarçou seu rosto com um pó, provavelmente um talco proveniente de chumbo ou gesso, depois [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.verbalog.com/cyro/wp-content/uploads/2008/10/mascaras-gregas.jpg"><img class="alignnone size-full wp-image-167" title="mascaras-gregas" src="http://www.verbalog.com/cyro/wp-content/uploads/2008/10/mascaras-gregas.jpg" alt="" width="500" height="393" /></a></p>
<p>O carro de Thespis, cheio de máscaras, é uma convenção lendária confirmada pela existência de mármores atenienses onde se lê seu nome.  E há notícia de que nas suas primeiras apresentações dos concursos dramáticos, onde compunha e cantava ditirambos, ele disfarçou seu rosto com um pó, provavelmente um talco proveniente de chumbo ou gesso, depois pendurou flores nos cabelos e mais tarde passou a usar máscaras de linho que ele criava.</p>
<p><strong>Choirilos</strong>, o ator, foi quem agregou algo às máscaras que impressionou o público &#8211; não sabemos o que &#8211; e Phrinicus criou as máscaras femininas. Após essas alterações, o poeta trágico <strong>Ésquilo</strong>, usou as primeiras máscaras coloridas e outras aterrorizantes.</p>
<p>A majestade do edifício teatral grego, as obras monumentais que nos restaram dos poetas trágicos, o sofrimento expresso na “<em>máscara de Agamemnom</em>” do Museu do Pirreu, a ferocidade das máscaras da Comédia, as ilustrações gloriosas do Teatro nos vasos durante alguns séculos, são o retrato que ficou de tudo isso que chamamos Teatro Grego.</p>
<p><span id="more-164"></span></p>
<p>O que não sabemos é um território imenso: não sabemos dos textos de mais de 150 poetas trágicos; não sabemos detalhes da arte do Ator, da coreografia, da chironomia, da música; gostaríamos de saber muito mais do Coro; nada sabemos da pintura e gostaríamos de saber muito mais da qualidade plástica da Cenografia.</p>
<p>Entretanto, o que ainda conhecemos do espetáculo da tragédia, foi chamado por Nietzsche de “<em>a mais elevada arte de dizer sim à vida</em>”.</p>
<p><a href="http://www.verbalog.com/cyro/wp-content/uploads/2008/10/actors-masks.jpg"><img class="alignnone size-full wp-image-168" title="actors-masks" src="http://www.verbalog.com/cyro/wp-content/uploads/2008/10/actors-masks.jpg" alt="" width="399" height="299" /></a></p>
<p><em>Máscaras gregas retratadas em mármore</em></p>
<p>Por Cyro del Nero</p>
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		<title>A reação Cristã contra o teatro romano</title>
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		<pubDate>Tue, 21 Oct 2008 15:01:52 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Cyro Del Nero</dc:creator>
				<category><![CDATA[Teatro]]></category>
		<category><![CDATA[Arte e Cultura]]></category>
		<category><![CDATA[História do Teatro]]></category>
		<category><![CDATA[Teatro Romano]]></category>

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A reação cristã era natural, se lembrarmos que os cristãos eram condenados a combater gladiadores treinados e serviam como carne a ser dilacerada ou queimada para entretenimento dos espectadores.
No espetáculo chamado VENATIO, cristãos – em lugar de cachorros – eram oferecidos aos leões. Crucificados e empalados, transformados em tochas vivas no meio das arenas, até [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.verbalog.com/cyro/wp-content/uploads/2008/10/the_christian_martyrs_last_prayer_by_leon_gerome.jpg"><img class="alignnone size-full wp-image-158" title="the_christian_martyrs_last_prayer_by_leon_gerome" src="http://www.verbalog.com/cyro/wp-content/uploads/2008/10/the_christian_martyrs_last_prayer_by_leon_gerome.jpg" alt="" width="544" height="329" /></a></p>
<p>A reação cristã era natural, se lembrarmos que os cristãos eram condenados a combater gladiadores treinados e serviam como carne a ser dilacerada ou queimada para entretenimento dos espectadores.</p>
<p>No espetáculo chamado VENATIO, cristãos – em lugar de cachorros – eram oferecidos aos leões. Crucificados e empalados, transformados em tochas vivas no meio das arenas, até a conversão de Constantino ao cristianismo quando ele modificou o estado das coisas através de leis, &#8211; mas o Estado estava ruindo. Isto em 312 dC.</p>
<p>Em 410 dC. Alarico, um Visigodo, atravessou os Alpes e saqueou Roma.  E mais: por que sua religião não permitia o teatro, deu ordem para que os teatros fossem fechados, para alegria dos cristãos. Portanto, foi o paganismo que acabou com a crueldade do que então se chamava de teatro e em outras eras não havia sido. Não foi o Cristianismo.</p>
<p><span id="more-155"></span></p>
<p>São Crysóstomo, Tertulliano, São Gerônimo e Santo Agostinho &#8211; este, fascinado pelo teatro que assistiu em sua mocidade &#8211; como também os mais sérios pensadores do cristianismo, nunca quiseram sitiar o teatro, apesar de atacar sempre o que estava sendo oferecido ao público.</p>
<p>Mas a não autorização para o funcionamento de um teatro público não implicou a sua extinção nem a imediata desaparição de todos os seus profissionais: estes apenas tornaram-se nômades, procurando audiência nas feiras, mercados e tavernas aguardando a volta das glórias teatrais.</p>
<p><a href="http://www.verbalog.com/cyro/wp-content/uploads/2008/10/ignatius.jpg"><img class="alignnone size-full wp-image-159" title="ignatius" src="http://www.verbalog.com/cyro/wp-content/uploads/2008/10/ignatius.jpg" alt="" width="180" height="232" /></a></p>
<p>Por Cyro del Nero</p>
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		<title>O Arlequin: famoso herói da Commedia dell`Arte</title>
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		<pubDate>Fri, 17 Oct 2008 18:05:12 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Cyro Del Nero</dc:creator>
				<category><![CDATA[Teatro]]></category>
		<category><![CDATA[História do Teatro]]></category>
		<category><![CDATA[Personagens]]></category>

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Com o tempo, Arlecchino, tornou-se o mais famoso herói da Commedia dell`Arte. Suas qualidades eram facilmente reconhecíveis como as de um parasita, o escravo esperto da comédia romana ou como o descendente direto de Mercúrio, aquele que negocia situações.
Era servil, ingênuo, mas fiel e cheio de soluções e recursos. Sempre metido em trapalhadas, acaba por [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.verbalog.com/cyro/wp-content/uploads/2008/10/mascara-arlequin.jpg"><img class="alignnone size-full wp-image-151" title="mascara-arlequin" src="http://www.verbalog.com/cyro/wp-content/uploads/2008/10/mascara-arlequin.jpg" alt="" width="331" height="446" /></a></p>
<p>Com o tempo, <strong>Arlecchino</strong>, tornou-se o mais famoso herói da <em>Commedia dell`Arte</em>. Suas qualidades eram facilmente reconhecíveis como as de um parasita, o escravo esperto da comédia romana ou como o descendente direto de Mercúrio, aquele que negocia situações.</p>
<p>Era servil, ingênuo, mas fiel e cheio de soluções e recursos. Sempre metido em trapalhadas, acaba por se sair bem à custa de manobras cômicas incríveis. Respeita e ama as mulheres. Corre perigo às vezes e por isso precisa de um corpo atlético.</p>
<p>Sua roupa confusa cheia de losangos coloridos exprime seu caráter desigual, inconstante, e por ser dissimulado usa sempre uma máscara preta, para bem escondê-lo. Tem uma bolsa para as mensagens e recados, ou para guardar moedas que nunca são suas. E uma pequena espada apenas como definição e não como arma.</p>
<p><span id="more-149"></span></p>
<p>Usa sempre dinheiro para sair de uma confusão, mas acaba em geral complicando-se ainda mais.  É sempre o agente do “<em>happy end</em>”, mas nem sempre lhe é reconhecida essa virtude. Cria situações confusas e acaba saindo-se bem.</p>
<p>O povo que o assiste nas praças o adora porque seus erros que terminam em acertos, são da maior humanidade. É a personagem ideal para o uso de truques, durante um teatro onde os efeitos e as ilusões se chamavam – enganos.</p>
<p>Por Cyro del Nero</p>
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